Banco de personagens: A garota da bolsa cor-de-rosa

Andava sempre apressada pela praça em direção ao ponto de ônibus e invariavelmente chegava atrasada. Ninguém sabia o motivo de tanta correria se nunca dava tempo de pegar o coletivo. Talvez fosse o peso da bolsa, cor-de-rosa gritante, que não a permitisse ser ligeira. Terminava no ponto, bufando com o relógio, como se fosse culpa dele o tempo passar.

Danielle A. Giannini

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