Croniquinhas: 2…presidente

O político mais votado pela população daquele país mandou dizer aos seus eleitores que o país seria fechado. Mandou murar todas as pessoas. Depois disso, sentou-se no jardim de sua casa e passou o resto do dia lendo histórias.

Danielle A. Giannini

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Cuidado com as palavras!

 

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É mais ou menos assim: um diz o que quer, outro ouve o que não quer. Um desentende-se com o outro e outro se recente com um. Aí é tarde demais. As palavras, boas ou más, não são vazias. Elas são carregadas de intenções. A intenção pode ser qualquer uma, por certo irá atingir quem lê ou escuta. Por isso faz-se útil policiar as palavras. Palavras não devem ser insanas se não desejamos ferir. Palavras não podem ser levianas se não intentamos magoar. Palavras não passarão despercebidas. Quem as profere não passa impune. Quem as recebe não fica impassível. É certo que uma palavra, corriqueira que seja, muda um bocadinho de alguém, e isso é uma tremenda responsabilidade de que a profere. Quem ouve ou lê, dependendo da habilidade com as palavras, entende ou concorda ou recusa ou se recente ou esboça outras tantas outras reações, mas nunca será o mesmo de antes. Assim, mudamos todos a cada palavra que enviamos e recebemos. As palavras movimentam o mundo. Isso é assustador!

Danielle A. Giannini