Flip homenageia Manuel Bandeira

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A sétima edição da Festa Literária Internacional de Paraty, que este ano homenagea Manuel Bandeira, começa no dia 1º de julho e vai até 5 de julho. “A homenagem pretende contribuir para a revalorização da obra poética e para tornar mais conhecidas as diversas faces de Manuel Bandeira”, nas palavras de Flávio Moura, Diretor de Programação da FLIP. Um dos eventos já confirmados é uma mesa com Milton Hatoum, um dos nomes mais destacados da literatura brasileira contemporânea, e Chico Buarque, que parce ter trocado de vez a carreira de compositor e cantor pela de escritor, mais reservada. Informações sempre quentinhas sobre o evento são publicadas regularmente no blog da FLIP: http://www.flip.org.br/blog/

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Já está no ar a Biblioteca Digital Mundial!

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Se a Internet ajudou a expandir os horizontes da mente, a novidade que surgiu no espaço virtual terá a capacidade de empurrar a linha do horizonte para o infinito. Imagine uma página na web com conteúdo cultural de bibliotecas e arquivos de todo o mundo? A Biblioteca Digital Mundial está no ar desde o último dia 21 de abril, disponível para quem quiser acessá-la. A iniciativa é da UNESCO e mais 32 instituições parceiras; inclui manuscritos, mapas, livros, filmes e gravações raras, além de impressões e fotografias. O acesso é público e gratuito, sem restrições a esse material. O internauta pode pesquisar, entre outros conteúdos, imagens de ossos de oráculos e epitáfios cedidas pela Biblioteca Nacional da China; manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; fotos históricas da América Latina fornecidas pela Biblioteca Nacional do Brasil; o Hyakumanto Darani, publicação do ano 764, cedida pela Biblioteca Nacional do Japão; a famosa “Bíblia do Demônio”, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia; e trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA. O conteúdo está disponível em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo, espanhol e vários outros idiomas.

I Sarau das Poéticas Indígenas

 

 

“Todo dia era dia de índio”, mas agora eles têm sarau na Casa das Rosas, em São Paulo. Vai acontecer no dia 19 de abril um encontro com índios, escritores indígenas e de outras origens cuja obra tenha inspiração indígena de alguma região do Brasil. O sarau tem o objetivo de projetar o movimento intercultural  e literário da literatura indígena através da exposição da poética nos cânticos, na história oral e nos rituais. O evento começa às 3 da tarde e termina às 9 da noite.

 Casa das Rosas: http://poiesis.org.br/casadasrosas

Campinas terá seu primeiro festival literário em abril

A Flip surgiu modesta lá em Paraty, cresceu, ficou famosa, atraiu gente do mundo todo, continua com tudo e está dando o exemplo. Bom exemplo, por sinal, que é seguido pela cidade de Campinas, que ganha este mês seu primeiro festival literário, o Filc – 1º Festival Internacional de Leitura. Nos dias 18 a 26 de Abril, escritores, editores, pesquisadores, outros artistas e público se reúnem na Estação Guanabara com o objetivo de discutir a leitura, os livros, a criação literária e com isso abrir um novo ambiente para a difusão da literatura no país. Nesta primeira edição, o escritor homenageado será Monteiro Lobato. O evento é fruto de uma parceria entre prefeitura e Unicamp. Entrada franca. Durante a Filc, poderão ser doados livros infanto-juvenis para o acervo da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato. Para saber outras informações, acesse o site oficial do Festival: HTTP://www.filc.com.br

Como nasce o texto II

Para um texto ter conteúdo,  é imprescindível a presença do autor. Tudo isso junto atua no surgimento de um texto: o autor, dono de um conteúdo, deseja ou necessita exprimi-lo, e só pode fazê-lo através das palavras; estas, mais ou menos articuladas, organizadas, separadas e rearranjadas, dão vida ao texto. Mas não é tão simples assim, escrever às vezes dói, cansa, o texto engasga e não quer sair, emperra, fogem as palavras e nos restam em mãos míseras letras soltas. Quando isso acontece, o melhor a se fazer é parar tudo, respirar fundo e admirar a paisagem por alguns instantes para arejar a mente, depois recomeçar do zero, ou melhor, da folha em branco.